De acordo com o portal de notícias O Globo, as crescentes ameaças hackers globais, como o recente caso do BadRabbit (como já comentamos na semana passada), e o fortalecimento da legislação sobre proteção de dados em mercados como o europeu fizeram com que o ciberseguro encontrasse demanda no Brasil.

O ciberseguro é um tipo de cobertura que protege empresas em casos de invasões cibernéticas e vazamento de informações. Que cobre desde a responsabilidade civil por danos causados a clientes até, em algumas situações, a equipe de negociação com “sequestradores” virtuais de dados e o eventual resgate pago em bitcoins. Ele prevê também a contratação de especialistas em perícia forense para identificar a ameaça e recuperar dados, o lucro cessante quando um ataque compromete as operações da companhia e até o acionamento de uma equipe de relações públicas focada na gestão de crise. Essa força-tarefa é posta em operação entre 24 e 48 horas após o ataque, segundo as seguradoras.

Nisso, novas seguradoras começam a oferecer a apólice no país, como a Chubb, que adiantou ao GLOBO que sua solução será lançada amanhã. E a Generali, que também passou a atuar no segmento há algumas semanas.

As primeiras multinacionais que estão dando exemplo

Vocês se lembram do vírus WannaCry?  Aquele que atingiu mais de cem países em maio e provocou prejuízo global estimado em US$ 8 bilhões? Como já comentamos em nossa página ele foi um dos grandes vírus que causou grandes prejuízos para as corporações. Sendo considerado o principal catalisador da necessidade de seguro entre as empresas brasileiras.

Nos EUA, o mercado de ciberseguros totalizou US$ 1,35 bilhão em prêmios em 2016. Um salto de 35% segundo a Fitch. A Allied Market Research projeta que o mercado global atingirá US$ 14 bilhões em 2022. O Lloyd’sof London estimou em US$ 53 bilhões o custo econômico potencial de um grande ataque hacker global.

No Brasil

Nosso mercado amadurece a reboque do americano, como aconteceu com o D&O (seguro para executivos). Aqui, a questão do custo e a falta de cultura de proteção cibernética pesam. E a competição entre seguradoras começou há apenas alguns meses. No entanto, o mercado tem grande potencial (Fábio Torres, sócio do escritório F. Torres Kennedys).

Tem-se uma estimativa de que já tenham sido emitidas entre sessenta e cem apólices. Boa parte esse ano. A procura começou pelas multinacionais, que já têm esse tipo de cultura no exterior e, como prevê a legislação brasileira, precisam de uma apólice local para estarem cobertas no país.

Os setores mais visados por hackers também estão entre os primeiros interessados. Como o mercado financeiro, atento a esse risco depois que a corretora XP teve dados de clientes roubados em janeiro.

Mas, apesar do aumento da procura, as seguradoras esbarram em “algumas mentalidades” refratárias das empresas (Mariana Ortiz da Generali seguros).

Uma das “ideias” que atrapalham as seguradoras é que se a empresa já tem um departamento de TI, ela não precisa de seguro e do auto custo. No entanto, as companhias não conseguem perceber que, às vezes, um seguro pode custar o mesmo que um bitcoin. Há setores que estão expostos e acham que não estão. Como hotéis, hospitais, supermercados, shoppings e aeroportos. Eles armazenam dados pessoais e de cartões de crédito. E, muitas vezes, não investem em segurança como deveriam. Em um hospital, um sequestro de dados pode ocasionar a morte de várias pessoas.

Por esse motivo, é importante que se invista em ciberseguros, pois mesmo com o auto custo aparente, ele te previne e protege de futuros problemas que uma invasão de hackers pode proporcionar.

Veja mais sobre esses problemas e como esses ataques hackers estão invadindo as organizações, nesse vídeo que separamos para você:

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