2017 foi um ano de grandes acontecimentos na área de tecnologia e segurança. Tivemos ataques cibernéticos em todo o globo- Europa, Ásia, América etc. Muitos são os prejuízos quando esse tipo de situação acontece. Inclusive no financeiro, com a perda de dinheiro ou o sumiço de informações. Podemos ver isso quando lembramos dos ataques cibernéticos em hospitais, dos ransomwares, golpe do boleto etc.

Segundo o Norton Cyber Security Report 2017, publicado pela Symantec, o Brasil está na lista como o segundo país que mais se prejudicou financeiramente com os crimes cibernéticos do último ano.

De acordo com os dados publicados, US$ 172 bilhões foram roubados de 978 milhões de consumidores de todo o mundo. No Brasil, cerca de 62 milhões de pessoas (número que representa 61 % da população adulta e conectada do país) foram vítimas de golpes cibernéticos, tendo um total de US$ 22 bilhões retirados de seus bolsos(Canaltech).

Para a Symantec, as vítimas dos cibercrimes têm perfis similares, como o acesso contínuo a rede, com conexão ao longo do dia dentro e fora de casa. Ou seja, são consumidores online, mas que falham no quesito segurança.

O estudo mostra que as pessoas têm a tendência de utilizar a mesma senha em diversas contas ou compartilhá-la com outros indivíduos. No grupo das vítimas, estão os Millennials. Eles estão no público mais propenso a compartilhar senhas e não utilizam métodos de proteção em pelo menos um dispositivo.

O que diz o especialista Nelson Barbosa?

O especialista de segurança da Symantec afirma que as práticas dos usuários mostram uma desconexão. Apesar de um fluxo constante de falhas cibernéticas relatadas pela mídia, muitas pessoas parecem se sentir invencíveis e ignorar as precauções básicas para se proteger. “Esta interrupção destaca a necessidade de segurança digital do consumidor e a urgência das pessoas voltarem ao básico quando se trata de fazer sua parte para prevenir o cibercrime”.

 

Ainda de acordo com pesquisa, 59% das pessoas compartilham as senhas, 34% escrevem a informação em um pedaço de papel e 24% usam a mesma senha para todas as contas. Sendo as senhas mais compartilhadas as dos dispositivos conectados domésticos (38%), desktops (37%) e laptops (36%).

Aproximadamente 83% dos brasileiros também acreditam que o crime na rede deveria ser considerado um ato criminoso. Já outros acham que alguns comportamentos “inocentes” são aceitáveis. Como a leitura de e-mails de terceiros sem consentimento, o compartilhamento de informações falsas e a criação de falsas identidades (COMPUTERWORLD).

 

Esperamos que em 2018 esses dados se alterem e que os brasileiros não fiquem no topo da lista. Nós da EW temos anos de experiência no mercado de tecnologia e segurança. Conte conosco para não ser um alvo dos cibercriminosos! Como vimos no artigo qualquer um pode ser um alvo- desde um estudante superconcentrado até um colaborador de uma empresa. Entre em contato! Estamos preparados para resolver o seu problema!

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