18/04/19 Segurança de Redes # , , , , , , , , , ,

Onde há tecnologia também há risco de ciberataque. A área da saúde não ficou para trás e é o novo alvo de cibercriminosos


A tecnologia em todos os setores

Pare agora e imagine a sua vida sem tecnologia. Praticamente impossível, não é? Com os avanços dessa técnica, ela passou a fazer parte de todos os setores da nossa vida e nos tornamos praticamente um só.

Ela está na nossa casa, nas escolas, supermercados, ruas, no trabalho e no lazer. Então por que não estaria cada vez mais na área da saúde?

 “A saúde é, definitivamente, um tema estratégico dentro da agenda empresarial”

Fabiana Salles, fundadora da Gesto, com atuação em corretagem de seguro-saúde baseada em ciência de dados.

 

Porém, quando permitimos a integração da tecnologia em algum setor, também entramos em contato com riscos antes inexistentes. O ataque cibernético é um exemplo.

Como os hackers se aproveitam disso?

Através da função wireless, hackers poderiam até induzir pacientes a uma overdose através de um modelo de bomba de insulina que podia ser controlado à distância. O risco maior, no entanto, é a invasão de criminosos nos sistemas digitais para falsificar dados, exames e roubar informações em benefício de empresas, seguradoras e agências reguladoras.

Assim, como nos acostumamos a guardar todas as nossas informações nas redes sociais, nos nossos aparelhos, na nuvem, enfim, acabamos produzindo ao longo da nossa vida 1 milhão de gigabytes de informação só de saúde, segundo uma matéria da Época Negócios.

Não deixe seu sistema vulnerável

O maior problema dos hospitais são os sistemas vulneráveis. Por serem antigas as maneiras de obter diagnósticos, os sistemas acabam sendo mais suscetíveis a pragas digitais. Além disso, como os equipamentos não têm um dono específico, acabam não tendo backups, outra atitude que corrobora para o serviço dos hackers.

Dessa maneira, fica fácil para os criminosos invadirem os sistemas e terem elementos para usar como “troca”. Saiba mais nesse artigo.

Conte com a EW Info

A falta de backups e manter sistemas antigos são as principais formas de “ajudar” cibercriminosos. Por isso, fique atento e cuide de suas informações. A EW Info está pronta para te ajudar a se livrar de qualquer ataque! Venha tomar um café conosco.

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15/04/19 Segurança de Redes , Tecnologia # , , , , , , ,

Alguns cibercriminosos estão trocando as técnicas de ransonwares por criptografia para obterem maior lucro e passarem despercebidos


Não é de hoje que cibercriminosos priorizam as técnicas que vão lhes proporcionar maior lucro. Pensando assim, eles aumentaram o uso de técnicas de cibercrime, que está com maior potencial de efetividade. Então, encriptar computadores pra pedir resgate pelo desbloqueio ficou para trás. Os ataques continuam e de maneira mais fácil para eles: a mais nova ferramenta de ataque é o criptojacking.

O que é o criptojacking?

As moedas virtuais Bitcoins chegaram ao pico de quase US$ 20 mil em 2018. Aproveitando o poder do silêncio e facilidade da computação, os cibercriminosos aproveitam esse nicho para conseguir lucro sem muito esforço.

Criptojacking é uma forma de minerar moedas virtuais de forma perversa. Mineradores infectam sites e aplicativos e quando os usuários baixam algum arquivo ou o próprio aplicativo, o dispositivo começa automaticamente a minerar moedas virtuais para o cibercriminoso.

Geralmente, esses softwares de mineração não oferecem grandes danos aos dispositivos, mas consomem seus recursos, deixando o aparelho mais lento e com alto consumo de energia. Porém, um dispositivo infectado certamente pode abrir brechas para invasão de outros tipos de malware.

fonte: hackernoon

Como se proteger

Da mesma forma que em uma infecção por malware, existem alguns sinais que você pode identificar quando vítima pelo criptojacking. São eles:

  • Alto uso do processador no seu dispositivo
  • Tempos de resposta lentos ou incomumente lentos
  • Superaquecimento do seu dispositivo
  • Verificando o gerenciador de tarefas observa-se alto consumo de CPU em processo não reconhecido

Assim, para prevenir é necessário cuidado redobrado. Todos os computadores da empresa precisam ter antivírus, os profissionais da TI devem fornecer senhas apenas para quem precisa de acesso, além disso, o processo de verificação de dois fatores é importante em serviços que serão acessados externamente.

Mantenha os sistemas atualizados, desligue os serviços inativos, tenha sites de bloqueio para proteger sua empresa e seus clientes. Todo cuidado é pouco pois com o constante aumento no preço das criptomoedas, a tendência é que mais hackers entrem na moda do criptojacking. Entre em contato com a EW Info e tire todas as dúvidas.

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01/03/19 Segurança de Redes # , , , , , , ,

O novo ransomware conhecido como Cr1ptT0r aloca equipamentos de armazenamento conectados à rede para criptografar todos os dados contidos neles


O mais novo ransomware encontrado é mais suscetível a atacar firmwares mais antigos, pois estes são mais vulneráveis por terem muitos bugs e estarem desatualizados. Além disso, algumas vítimas do ataque confirmaram que possuíam firmwares mais antigos em suas máquinas e que seu dispositivo foi exposto à internet no momento de ataque.

O Cr1ptT0r aloca dois arquivos de texto simples no computador infectado. O primeiro é denominado “_FILES_ENCRYPTED_README.txt”, que informa a vítima como obter mais detalhes sobre o que ocorreu e como chegar aos operadores de ransomware para pagar o resgate e, em troca, receber a chave de criptografia do arquivo.

O outro é o “_cr1ptt0r_support.txt”. Ele armazena o endereço de um site na rede Tor e serve como um suporte para as vítimas caso estejam perdidas sobre o que fazer, pois os membros dizem que a finalidade é apenas serem pagos. Dessa forma, eles alegam que as URLs e os endereços de IP não são registrados, porém, não há como ter certeza dessa afirmação.

A nota de resgate oferece para a vítima um sistema de decodificação Cr1ptT0r, que contém os mesmos detalhes de contato e as etapas para obter as chaves de desbloqueio.

Alternativas para desbloquear

Existem chaves para desbloqueio que são vendidas na internet pelo OpenBazaar. Além disso, há a opção de pagar menos pela descriptografia de um arquivo individual. O custo é de US$ 19,99 e a vítima precisa enviar o arquivo criptografado para ser devolvido descriptografado.

O Cr1pT0r no futuro

O Cr1pT0r é um ransomware novo no mercado, mas parece que não vai desaparecer tão cedo. Ele é feito para sistemas Linux, com foco em dispositivos embarcados, mas também pode ser adaptado ao Windows – segundo o fabricante.

O objetivo é sempre o mesmo: ganhar dinheiro. De forma que mesmo que o malware não seja tão conhecido atualmente, isso não impede dele se tornar uma ameaça desagradável. Veja mais nesse artigo.

Prevenir esse tipo de acontecimento é essencial! Por isso, mantenha-se informado e não deixe de acompanhar nossos artigos. A EW Info está há anos no mercado oferecendo soluções e segurança para redes!

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