16/05/19 Segurança de Redes # , , , , , , , ,

A vulnerabilidade permite que hackers acessem dados dos aparelhos afetados apenas com uma ligação, mesmo que ela não seja atendida.


Entenda a gravidade da situação

A falha de segurança encontrada no WhatsApp é perigosa, pois não necessita de nenhuma ação do receptor para que seu celular seja infectado pelos hackers com spyware e para que eles acessem dados dos telefones, afetando os sistemas operacionais.

Por isso, o especialista em tecnologia da FGV, Arthur Igreja, considera este o maior escândalo de falha de segurança do WhatsApp. O aplicativo, porém, resolveu o problema lançando uma atualização em menos de 10 dias do caso, mas não informou o número de usuários afetados pelo ataque.

O que dizem os especialistas

O Financial Times e o New York Times relacionaram o tipo do ataque com uma empresa sediada em Israel chamada NSO Group, acusada de ajudar a espionar ativistas e jornalistas no Oriente Médio, pois o ataque tem semelhança com outros desta empresa.

O próprio WhatsApp recomendou a atualização do aplicativo, que é utilizado por 1,5 bilhão de pessoas.

“WhatsApp incentiva as pessoas a baixar a versão mais recente do nosso aplicativo, bem como manter em dia o sistema operacional do seu telefone, para se proteger contra possíveis ataques de segurança que visam comprometer as informações armazenadas no aparelho”

Porta-voz da empresa

A EW Info está sempre alerta!

Este problema no WhatsApp não é o primeiro, confira nosso artigo de um caso com o mesmo APP que afetou os usuários. Estamos sempre atentos para ajudá-lo. Lembre-se: manter seus dispositivos atualizados é essencial para evitar ataques cibernéticos.

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08/04/19 Segurança de Redes # , , , , , , ,

A mobilidade atual possibilita que o malware seja mais forte e assertivo do que antes e requer mais cuidados dos usuários


O que é o malware

Malware é um programa de computador destinado a infiltrar-se em computadores alheios de maneira ilícita. Tem o objetivo de causar danos, alterações ou roubar informações, além de contaminar o computador de maneira disfarçada, muitas vezes dentro de arquivos.

Por que ele está mais forte?

As últimas notícias a respeito do malware são preocupantes, segundo os pesquisadores da Kaspersky Lab, ele está mais eficaz e perigoso pois “a quantidade de malware diminuiu, o que levou os especialistas à conclusão de que as ameaças móveis se tornaram mais eficazes e impactantes”.

Além disso, a adoção do celular no ambiente de trabalho também é algo que chama a atenção dos cibercriminosos, o ‘mundo’ móvel não tem as mesmas proteções que os computadores fixos e eles sabem disso. Ou seja, os canais pelos quais são entregues o malware são fundamentais para o sucesso.

“Em 2018, os usuários de dispositivos móveis enfrentaram o que poderia ter sido o ataque mais violento de cibercriminosos já visto. Ao longo do ano, observamos novas técnicas de infecção para dispositivos móveis, como o sequestro de DNS, juntamente com um foco maior em esquemas de distribuição aprimorados, como o spam por SMS. Essa tendência demonstra a necessidade crescente de soluções de segurança para proteger os usuários nos dispositivos móveis.”

 Viсtor Chebyshev, especialista em segurança da Kaspersky Lab.

Alguns passos para se proteger

Para evitar esse tipo de ataque, é recomendado:

. Instalar apenas aplicativos das lojas oficiais como Google Play ou App Store;

. Não quebre as restrições do dispositivo pois isso pode abrir portas para cibercriminosos;

. Instale as atualizações do sistema e de aplicativos, pois isso corrige vulnerabilidades;

. Bloqueie a instalação de programas de origem desconhecida.

Conte sempre com a gente!

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21/03/19 Segurança de Redes , Tecnologia # , , , ,

Há inúmeras maneiras de invadir a privacidade de usuários e aplicar golpes hoje em dia, veja se seu WhatsApp foi clonado e como proteger suas informações


Entenda o caso

Em 2018, mais de 5 mil pessoas foram vítimas de ataques no WhatsApp.

O aplicativo de mensagens é, atualmente, o meio de comunicação mais usado pelos brasileiros. Muitas vezes, sendo alternativa para ligações, por ter recursos como áudio e até chamada por câmera. É o canal mais pessoal para envio de mensagens hoje.

Assim, ele se torna alvo fácil para criminosos que, ao clonarem o número de alguns usuários, mandam mensagens para amigos e familiares das vítimas pedindo dinheiro, tendo poucas chances de recusa já que, quem vai imaginar que alguém terá acesso a um aplicativo tão pessoal do celular?

Como descobrir se seu WhatsApp foi clonado

É muito difícil usar o mesmo número do WhatsApp simultaneamente, por isso, de certa forma é fácil perceber se seu número foi clonado. Se alguém conseguiu acesso ao seu número e clonou sua conta, instantaneamente uma mensagem aparecerá em seu aparelho informando que o seu número está sendo usado em outro lugar.

Essa mensagem pede a verificação do aparelho. Ao clicar em ‘Confirmar’ e verificar seu número, sua conta será ativada novamente em seu celular.

Outra forma de perceber a clonagem é ficar atento a qualquer movimentação estranha nas mensagens, como: áudios que você não ouviu que constam como visualizados, alguma mensagem que você não enviou, enfim, comandos não executados por você. Embora esses acontecimentos possam ser bugs pontuais no aplicativo, a frequência desses episódios não é normal.

O que pode acontecer também, é que o WhatsApp Web esteja sendo usado em outro computador, então vale “sair de todos os computadores” para ver se o problema é resolvido.

Como se proteger

Para evitar que seu WhatsApp seja clonado, você pode fazer a verificação em duas etapas seguindo os passos abaixo:

Configurações > Conta > Verificações em duas etapas > Ativar

Depois, é só definir uma senha de 6 dígitos que você se lembre para confirmar o login.

Endereço de e-mail para recuperação do acesso > Salvar > Concluído

Além disso, se você achar que suas mensagens estão em risco, é recomendado apagar todo o histórico de mensagens. E para evitar que qualquer pessoa possa ter acesso a partir de um computador, desconecte desse dispositivo.

Se mesmo assim você ainda não estiver confiante, apague o aplicativo e instale novamente, assim ele pedirá o código de verificação.

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18/03/19 Segurança de Redes , Suporte Redes # , , , , , , ,

De acordo com um estudo feito pela empresa Symantec, Brasil é o terceiro país que mais recebe spam e bots em escala global


A 24º edição do Internet Security Threat Report (ISTR), relatório que analisa a cibersegurança pelo mundo constatou que o Brasil se encontra em terceiro lugar entre os países que mais recebem spam e bots pelo planeta. Além disso, o país subiu em posições como ataques por malware (11º), por pishing (9º), por criptomineradores (5º) e ransomware (4º).

O Brasil já se posicionava em 3º lugar na colocação global de spam e manteve seu posto, ficando atrás de Estados Unidos, China e Índia. E subiu para 3º lugar na categoria de ataque por bots, entre 157 países analisados pelo ISTR (Internet Security Threat Report). Na América Latina, está em primeiro lugar na posição de ataques globais.

Os ataques não param de crescer

O formjacking é um tipo de ataque muito comum que vem crescendo atualmente e o Brasil já está na oitava posição. Trata-se de um ataque simples: criminosos injetam um código capcioso em sites de lojas com o objetivo de roubar informações dos cartões de compras dos clientes. Entre 3,7 milhões de ameaças bloqueadas no mundo pela Symantec, 3,1% foram feitas no Brasil.

No entanto, com a utilização de aplicativos de rastreamento, o recurso de FaceTime da Apple e as coletas de informações pessoais através de redes socias como o Facebook, a privacidade do internauta ficou evidenciada no ano passado. Por isso, a tendência é que as empresas comecem a se preocupar com a acessibilidade dessas informações.

O ISTR da Symantec acompanha a probabilidade de ameaças e seus fluxos, as tendências de cibercriminosos e o que os motivam, em escala global.

Não deixe sua segurança para depois

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Se prevenir é o melhor negócio!

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21/01/19 Segurança de Redes # , , ,

Você conhece os ransomwares que apresentam mais riscos para sua empresa? Veja!


Os ransomwares estão ficando cada vez mais populares pois além de “roubarem” os dados das redes das quais tomam conta, cobram o pagamento de uma taxa para devolver essas informações, o que caracteriza um “sequestro” de dados.

O Brasil é o país que mais sofre com ataques de ransomware na América Latina. Por isso, conheça os ransomwares que oferecem mais riscos para sua empresa:

GoldenEye

O GoldenEye é uma evolução dos ransomwares e é tido como o mais perigoso do mercado atualmente. Enquanto outros encriptam apenas arquivos, o GoldenEye é capaz de fazer isso com sistemas inteiros.

Assim, isso impede as vítimas até de ligarem suas máquinas para tentar recuperar os dados sequestrados antes de pagarem o resgate.

WannaCry

Esse ransomware foi responsável por trazer à tona, novamente, esse assunto na mídia, pois atacou toda a infraestrutura de hospitais no Reino Unido.

Para desbloquear cada computador, eram necessários em torno de US$ 600, e isso aconteceu através de uma falha de segurança.

Atualmente, a maioria dos computadores está protegido desse ransomware porque a Microsoft disponibilizou um patch de segurança para versões posteriores ao Windows xp.

Locky

O Locky tem ataque quase imperceptível. Foi uma criação dos encarregados de uma das maiores redes de bots do mundo e, além de bloquear todos os arquivos, impede o acesso, do lugar que está infectado, a uma carteira de Bitcoins.

Petya

Da mesma forma que o GoldenEye, o Petya ataca sistemas inteiros do computador. Porém, ao invés de atacar o Master Table Files, ele atinge o Master Boot Records.

A vítima desse ataque, ao ligar o computador, se depara com a tela preta e uma caveira com dois ossos cruzados. Parece assustador, mas uma boa empresa de TI é capaz de restaurar os dados com ferramentas avançadas.

zCrypt

O zCrypt é diferenciado. Ele se comporta mais como um vírus e não é adquirido da mesma maneira que os outros ransomwares, ou seja, em anexos de e-mails ou em downloads. Sua forma mais comum de infecção se dá quando entramos em contato com um hardware acometido pelo zCrypt.

Além disso, ele não ataca todos os arquivos em primeira instância, mas procura os que foram atualizados recentemente para causar maior impacto.

Ademais, embaralha todos os arquivos para dificultar e praticamente impedir uma recuperação da maneira tradicional.

CryptoWall

A grande ameaça desse ransomware é seu poder de se espalhar rapidamente e sua persistência.

Ele tenta de todas as maneiras encriptar todos os dados do local infectado, mudando até nomes de arquivos para dificultar o diagnóstico do dano.

A pior parte de tudo é que não há estratégia de recuperação a não ser o backup da máquina.

 

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