30/08/19 Segurança de Redes # , , , , , ,

Fortnite é um dos jogos Battle Royale mais famosos do mundo e é o mais novo alvo dos hackers. Veja como não ser a próxima vítima!


O Fortnite é um jogo no estilo Battle Royale ou “batalha real”. Consiste em uma mistura de exploração, batalha, luta pela sobrevivência e a busca por armas e equipamentos de guerra enquanto a “área segura” do jogo diminui de tamanho. Participam um grande número de jogadores, podendo jogar individualmente ou em equipes de 4 a 5 pessoas. Vence quem for o último a ficar vivo.

Em qual momento o ransomware ataca?

Para evoluir na batalha, muitos jogadores baixam aplicativos de trapaça para ajudar a melhorar a mira, por exemplo. É aí que mora o problema. Os aimbots são proibidos pela Epic Games pois não é aceitável qualquer tipo de vantagem dentro do jogo e isso pode banir a conta do trapaceiro para sempre.

Assim, os hackers se aproveitam da vontade de trapaça de alguns jogadores para aplicar golpes. O ransomware fica escondido em um desses aplicativos como o “SydneyFortniteHacks.exe”, por exemplo, e assim que baixado começa a criptografar arquivos do disco rígido e das unidades USB do usuário.

Assim que instalado o malware lança um tempo para liberar a máquina sob um pagamento em bitcoin. Enquanto a dívida não é quitada, os dados da vítima começam a ser apagados. Primeiro as fotos, depois as pastas do desktop e, por último, os documentos.

O chefe de análise de segurança do Vectra diz que os gamers são um enorme público alvo desse tipo de ataque, já que sempre estão a procura de atalhos para os jogos. Felizmente, há alternativa.

O portal Coindesk relata que as vítimas podem facilmente procurar por arquivos de texto que contém as senhas de desbloqueio usadas para encerrar o malware. Dessa forma, evitam que os documentos sejam apagados.

Se defenda!

Para se proteger desse ataque a dica é uma só: não trapaceie. Depois, lembre-se de não baixar arquivos de terceiros! E, caso aconteça de você ser alvo de hacker, a Cyren dá algumas formas para impedir que você perca seus documentos em seu site em inglês.

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09/07/18 Tecnologia # , , , ,

Contas bancárias foram furtadas em 23 estados do país. O dinheiro foi escondido na forma de bitcoins, já que a moeda tem alto sistema de segurança. Confira mais sobre o caso em nosso artigo!

A polícia do Tocantins recuperou sete carros que custavam cerca de R$ 500 mil cada e também um apartamento no valor de R$ 1 milhão. As investigações faziam parte daOperação Ostentação, que foi iniciada em maio. Os bens pertenciam a uma quadrilha que invadia contas bancárias e investia o dinheiro em moeda digital.

 

Como o golpe funcionava?

Um e-mail falso em nome do banco era enviado aos clientes direcionando a uma página similar à do sistema bancário. Quando o cliente digitava seus dados os mesmos eram capturados. Além disso, os criminosos também tinham clientes que os contratavam para realizar o pagamento de impostos, como o IPVA. Com isso, a quadrilha roubou no total R$ 740 mil em 23 estados brasileiros.

O valor furtado foi investido em bitcoins, moedas digitais que foram criadas por supercomputadores e estão espalhadas em todo o mundo. Elas podem ser convertidas em outras moedas por mais que não existam fisicamente. As bitcoins podem ser negociadas como em uma bolsa de valores convencional, porém não seguem as mesmas regras do sistema financeiro.

 

Bitcoins preocupam as autoridades

Por serem muito difíceis de rastrear, as bitcoins podem ser usadas para lavagem de dinheiro.  “Esse é o grande porquê de pessoas que têm praticado crimes, principalmente no mundo tecnológico, buscarem, às vezes, dissolver esse dinheiro, esconder esse dinheiro em criptomoeda”, conta Maurício Haeffner, advogado criminalista.

O dinheiro foi recuperado com a ajuda da quadrilha. Uma espécie de cofre virtual foi aberto pelo peritos que assim conseguiram acessar as senhas para as bitcoins. R$ 710 mil reais conseguiram ser recuperados.

De acordo com um dos peritos, Thiago Magalhães “A aquisição dessas informações junto às corretoras seria um trabalho mais complexo e mais demorado, visto que algumas têm sede fora do país. Então, partiu-se para uma segunda linha de trabalho, que consistia na obtenção das credenciais, de usuário e senha, para gerenciar essas criptomoedas” .

 


Gostou do artigo? Quer saber como utilizar a tecnologia com segurança?

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11/06/18 Segurança de Redes # , , , , ,

Nesta segunda-feira (11/06), a bolsa de moedas digitais sul-coreana Coinrail, emitiu um comunicado informando que seu sistema foi atingido por um ataque hacker. A consequência? Perda de 30% das moedas negociadas na bolsa. Mesmo que a empresa ainda não tenha quantificado o valor do ataque, o veículo de notícias sul-coreano Yonhap, calcula que cerca de 40 bilhões de wons (37,28 milhões de dólares) em moedas digitais tenham sido roubadas. 

A bolsa negocia mais de 50 criptomoedas e estava entre as 100 corretoras mais ativas no ano passado. A polícia da Coréia do Sul informou que estava investigando o ataque hacker à corretora.

A consequência?

A desvalorização das criptomoedas se acentuou, levando a uma perda de US$ 42 milhões em valor de mercado no fim de semana. O recuo no preço do bitcoin já ultrapassou os 50%.

Nos últimos meses, todo aquele entusiasmo com as moedas virtuais, tem diminuído. De acordo com o Portal de notícias O Globo, empresas que trabalham no setor estão sob alerta nos últimos meses diante de casos de roubos, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Mesmo que o ataque tenha acontecido em uma empresa considerada pequena, a notícia alertou o risco em todo o setor e está motivando o movimento de venda. Segundo Stephen Innes, da Oanda, de Cingapura, o movimento é claro “se aconteceu com “A”, pode acontecer com “B” e pode acontecer com “C”. Então as pessoas entram em pânico. “A queda foi exacerbada pela baixa liquidez que tem sido registrada nesse mercado nos fins de semana”.

Oscilação do mercado!

Segundo o portal Convergência Digital, a Coreia do Sul é um dos grandes mercados quando tratamos de moedas digitais e comporta uma das mais movimentadas bolsas de criptomoedas do mundo. A Bithumb, com sede em Luxemburgo. O bitcoin era negociado às 9h32 (horário de Brasília) a 6.777 dólares, queda de 10% em relação a sexta-feira antes do ataque.

Tendo uma baixa de aproximadamente 65% em relação ao pico atingido em meados de dezembro. Não é a primeira vez que um ataque hacker atinge o segmento das criptomoedas.

Por exemplo, no ano de 2014, a bolsa Mt. Gox do Japão, que chegou a tratar com 80% dos investimentos com bitcoin do mundo, entrou com pedido de recuperação judicial depois de perder bitcoins avaliadas em cerca de 500 milhões de dólares. E a bolsa sul-coreana de criptomoedas Youbit depois de ser atacada duas vezes por hackers fechou as portas. Com isso, autoridades do mundo inteiro, têm alertado que investidores precisam ter cautela ao negociar com moedas digitais dada a falta de regulamentação.

Por esse motivo, as pessoas que têm o desejo de fazer esse tipo de investimento, precisam estar protegidas com o seu sistema de segurança!

Nós da EWInfo estamos preparados para resolver esse tipo de questão! Marque um bate-papo conosco! Entre em contato! E continue acompanhando a nossa página para saber mais do mundo da tecnologia!

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05/03/18 Sem categoria # , , , , ,

O ano de 2018 promete! Em 2017, vimos diversas notícias sobre os ataques de ransomwares ao redor do mundo. Agora o vilão que está tirando o sono de muitas pessoas e donos de empresas é a epidemia de malware de mineração de criptomoedas que está infectando sistemas de grandes corporações e até mesmo sites em WordPress. Quer saber mais? Continue lendo o nosso artigo! 

Como já comentamos em nossa página, as criptomoedas estão cada vez mais se tornando peças importantes e estratégicas no mercado financeiro e tecnológico mundial. Só no ano de 2017, esse tipo de moeda teve um grande aumento no seu uso e na sua cotação. No entanto, por estar na rede, ela não está imune aos cibercrimes. De acordo com grandes portais de notícias, nos últimos dias, a Kaspersky Lab descobriu um grupo de hackers que faturou aproximadamente US$ 7 milhões em seis meses, por meio de um método rebuscado de infecção que instala um software malicioso em computadores corporativos.

 

Mas o que são malwares de mineração?

O malware de mineração está diretamente ligado às criptomoedas – que consistem em um modelo de negócios totalmente digital. Para saber com mais profundidade sobre esse conceito leia o nosso artigo “Criptomoedas: o que é e como foi o seu uso em 2017”.

Para lidar com esse tipo de negócio, os criminosos utilizam softwares de mineração em seus ataques, que de maneira semelhante aos ransomwares, têm um modelo de monetização simples. No entanto, diferentemente do vírus mencionado, eles não prejudicam os usuários de maneira destrutiva e conseguem ficar no computador por muito tempo sem serem detectados, usando sua capacidade de processamento silenciosamente.

De acordo com uma pesquisa realizada em setembro de 2017 pela Kaspersky Lab, houve um aumento dos mineradores que começaram a se propagar ativamente em todo o mundo.

 

O ataque em WordPress

Nessa semana, Troy Mursch, pesquisador da Bad Packets Report, especializado na temática de segurança, afirmou que cerca de 50 mil sites WordPress foram infectados com malware de mineração. Baseado no motor de pesquisa de código-fonte PublicWWW, o especialista verificou páginas na web, e conseguiu identificar pelo menos 48.953 sites afetados.

Segundo a pesquisa, o software de mineração Coinhive é um dos mais difundidos. Presente em cerca de 40 mil sites infectados. Isto é, 81% dos casos registrados. Já o restante (19%), estão dispersos entre diferentes ferramentas, como por exemplo, Crypto-Loot (foram encontrados 2.057 sites infectados), CoinImp (4.119), Minr (692) e DeepMiner (2.160).

Os cibercriminosos são tão estrategistas que de acordo com os especialistas na área de segurança, diversos websites – principalmente de governos e de serviços públicos – estão executando de maneira silenciosa esse tipo de malware.

O analista chefe de malware da Kaspersky Lab, Anton Ivanov, afirma que agora os ransomwares estão ficando em segundo plano, estando os mineradores em destaque. Porque de acordo com as estatísticas deles isso mostra “um crescimento constante dos mineradores durante todo o ano, assim como o fato de que grupos de criminosos virtuais estão desenvolvendo seus métodos ativamente e já começaram a usar técnicas mais sofisticadas para propagar software de mineração. Nós já vimos uma evolução como essa; os hackers de ransomware usavam os mesmos truques quando estavam em ascensão”.

 

Como vimos os cibercriminosos não estão brincando. A cada dia, eles elaboram uma estratégia para pegar o que você e a sua empresa têm de mais importante (dinheiro ou informação). Por esse motivo é importante estar protegido! Para isso a EW Info existe! Venha nos conhecer e garanta a proteção do seu negócio!

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11/12/17 Novidades # , , ,

Veja como o uso de moedas virtuais cresceram no ramo de investimento!

Já pensou em fazer transações bancárias sem precisar de um banco? Imaginou ter investimento em poucas moedas que podem valer milhões? Essa realidade já existe e em 2017 teve um grande aumento. São as chamadas criptomoedas- muito relacionadas aos Bitcoins. Confuso? Continue lendo o nosso artigo e entenda um pouco desse cenário que tem revolucionado o mercado financeiro. 

O que são Criptomoedas?

Ao escutar pela primeira vez, podemos achar o termo complicado e de outro mundo. Mas, quando falamos de criptomoedas estamos falando de moedas virtuais que utilizam a criptografia para proporcionar mais segurança nas transações financeiras na internet.

Porque da mesma forma que as nossas moedas têm métodos para evitar as falsificações, as criptomoedas utilizam códigos difíceis de quebrar.

A primeira moeda virtual foi criada em 2008, com o nome de Bitcoin, sendo um mistério a identidade do seu criador (se apresenta com um pseudônimo japonês, Satoshi Sakamoto). Desde a sua idealização, seu uso tem crescido e tem surgido outros tipos de moedas.

Mas, o que tem de diferente nesse tipo de moeda? Qual o motivo da sua existência?

Essa pergunta intriga muitos especialistas na área de tecnologia. Afinal, por ter surgido de maneira misteriosa, saber o intuito desse tipo de moeda e seu funcionamento detalhado é algo que exige muito estudo.

Em linhas gerais, uma criptomoeda, diferente do dólar, real, euro etc. é totalmente virtual. Isto é, não existe fisicamente. Sua emissão não é controlada por uma autoridade monetária como os bancos, funcionando de forma descentralizada. Seu valor obedece às regras de mercado: quanto maior a demanda pela moeda, maior a cotação.

De acordo com o pesquisador do Instituto de Economia da Unicamp, Ranulfo Paiva Sobrinho, para a CNN, um dos recursos mais buscados por investidores em criptomoedas é o uso para transações internacionais. Os custos para as transferências são muito menores do que pelo sistema bancário tradicional. E a falta de fronteiras no mundo virtual esbarra nas regras financeiras de cada país. Regulamentar uma moeda virtual é muito difícil porque cada país tem uma regra diferente. Todos teriam que criar um acordo comum. No momento, o Banco Central não dá nenhum sinal de interesse em regulamentar a modalidade. Pelo contrário, a regulamentação parece muito distante.

O que é um Blockchain?

Outro motivo, é que esse tipo de moeda era associado à fins ilícitos. Como compra de drogas, lavagem de dinheiro e até mesmo à financiamento de terroristas. Uma vez que a moeda não passa por um órgão regulador, como um banco. Porém, uma das características positivas de boa parte dessas moedas é o Blockchain.

Ou seja, todas as transações ficam armazenadas em uma espécie de “livro- razão”, que é compartilhado por todos os investidores. E alterar os registros anotados nesse “livro” é impossível, já que um hacker precisaria fazer alterações nas cópias de todos os usuários.

Pelo fato de não existir um órgão regulador e com isso não ser possível identificar com exatidão a identidade da pessoa que está fazendo a transação desse tipo de moeda, há alguns casos em que os hackers utilizam de criptomoedas quando fazem uma invasão com ransoware.

Mas, apesar da possibilidade de ser utilizada para esse fim, Fernando Úlrich- conselheiro do Instituto Mises Brasil, afirma que a moeda é uma grande solução para o terceiro setor. Por exemplo, o Greenpeace, não aceita contribuições de corporações, apenas de indivíduos.

Saiba mais sobre o conceito de criptomoedas assistindo esse vídeo que separamos para você:

As Criptomoedas em 2017…

Apesar da moeda virtual Bitcoin ser a mais conhecida e utilizada nas transações financeiras, no ano de 2017, teve-se um aumento considerável de outras moedas, que chamamos de Altcoins. Criptomoedas ou tokens digitais, idealizadas a partir da tecnologia criptográfica semelhante ao Bitcoin. Sendo conhecidas assim por “moedas alternativas”, podendo ter finalidades diferentes. Algumas têm o mesmo processo de uso do Bitcoin, mas com algumas melhorias. Outras procuram expandir a funcionalidade de moeda além do dinheiro.

Segundo o portal InfoMoney, todas as moedas digitais têm tido alta nos últimos dias, sendo que até a noite da terça-feira do dia 14 de dezembro de 2017, das 25 maiores criptomoedas que existem, apenas duas acumulavam queda nas 24 horas anteriores.

Esse tipo de moeda valorizou-se tanto que tem casos de pessoas hipotecando suas residências para conseguir fazer esse tipo de investimento.

De acordo com Ronnie Moas da StandponitResearch, em 2017, o Bitcoin duplicou de valor e chegou a US$ 3.000 diante da maior aceitação da moeda e da tecnologia Blockchain. Em relatório para seus clientes, o especialista projeta que o Bitcoin irá duplicar de valor na próxima década.

Se você se interessou pelo negócio o momento é esse!

Mas, para as pessoas que querem realizar esse tipo de investimento, é necessário que estejam protegidas, com seu sistema em segurança! Nós da EWInfo estamos preparados para resolver esse tipo de questão! Marque um bate-papo conosco! Entre em contato! E continue acompanhando a nossa página para saber mais do mundo da tecnologia!

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