Veja como o uso de moedas virtuais cresceram no ramo de investimento!

Já pensou em fazer transações bancárias sem precisar de um banco? Imaginou ter investimento em poucas moedas que podem valer milhões? Essa realidade já existe e em 2017 teve um grande aumento. São as chamadas criptomoedas- muito relacionadas aos Bitcoins. Confuso? Continue lendo o nosso artigo e entenda um pouco desse cenário que tem revolucionado o mercado financeiro. 

O que são Criptomoedas?

Ao escutar pela primeira vez, podemos achar o termo complicado e de outro mundo. Mas, quando falamos de criptomoedas estamos falando de moedas virtuais que utilizam a criptografia para proporcionar mais segurança nas transações financeiras na internet.

Porque da mesma forma que as nossas moedas têm métodos para evitar as falsificações, as criptomoedas utilizam códigos difíceis de quebrar.

A primeira moeda virtual foi criada em 2008, com o nome de Bitcoin, sendo um mistério a identidade do seu criador (se apresenta com um pseudônimo japonês, Satoshi Sakamoto). Desde a sua idealização, seu uso tem crescido e tem surgido outros tipos de moedas.

Mas, o que tem de diferente nesse tipo de moeda? Qual o motivo da sua existência?

Essa pergunta intriga muitos especialistas na área de tecnologia. Afinal, por ter surgido de maneira misteriosa, saber o intuito desse tipo de moeda e seu funcionamento detalhado é algo que exige muito estudo.

Em linhas gerais, uma criptomoeda, diferente do dólar, real, euro etc. é totalmente virtual. Isto é, não existe fisicamente. Sua emissão não é controlada por uma autoridade monetária como os bancos, funcionando de forma descentralizada. Seu valor obedece às regras de mercado: quanto maior a demanda pela moeda, maior a cotação.

De acordo com o pesquisador do Instituto de Economia da Unicamp, Ranulfo Paiva Sobrinho, para a CNN, um dos recursos mais buscados por investidores em criptomoedas é o uso para transações internacionais. Os custos para as transferências são muito menores do que pelo sistema bancário tradicional. E a falta de fronteiras no mundo virtual esbarra nas regras financeiras de cada país. Regulamentar uma moeda virtual é muito difícil porque cada país tem uma regra diferente. Todos teriam que criar um acordo comum. No momento, o Banco Central não dá nenhum sinal de interesse em regulamentar a modalidade. Pelo contrário, a regulamentação parece muito distante.

O que é um Blockchain?

Outro motivo, é que esse tipo de moeda era associado à fins ilícitos. Como compra de drogas, lavagem de dinheiro e até mesmo à financiamento de terroristas. Uma vez que a moeda não passa por um órgão regulador, como um banco. Porém, uma das características positivas de boa parte dessas moedas é o Blockchain.

Ou seja, todas as transações ficam armazenadas em uma espécie de “livro- razão”, que é compartilhado por todos os investidores. E alterar os registros anotados nesse “livro” é impossível, já que um hacker precisaria fazer alterações nas cópias de todos os usuários.

Pelo fato de não existir um órgão regulador e com isso não ser possível identificar com exatidão a identidade da pessoa que está fazendo a transação desse tipo de moeda, há alguns casos em que os hackers utilizam de criptomoedas quando fazem uma invasão com ransoware.

Mas, apesar da possibilidade de ser utilizada para esse fim, Fernando Úlrich- conselheiro do Instituto Mises Brasil, afirma que a moeda é uma grande solução para o terceiro setor. Por exemplo, o Greenpeace, não aceita contribuições de corporações, apenas de indivíduos.

Saiba mais sobre o conceito de criptomoedas assistindo esse vídeo que separamos para você:

As Criptomoedas em 2017…

Apesar da moeda virtual Bitcoin ser a mais conhecida e utilizada nas transações financeiras, no ano de 2017, teve-se um aumento considerável de outras moedas, que chamamos de Altcoins. Criptomoedas ou tokens digitais, idealizadas a partir da tecnologia criptográfica semelhante ao Bitcoin. Sendo conhecidas assim por “moedas alternativas”, podendo ter finalidades diferentes. Algumas têm o mesmo processo de uso do Bitcoin, mas com algumas melhorias. Outras procuram expandir a funcionalidade de moeda além do dinheiro.

Segundo o portal InfoMoney, todas as moedas digitais têm tido alta nos últimos dias, sendo que até a noite da terça-feira do dia 14 de dezembro de 2017, das 25 maiores criptomoedas que existem, apenas duas acumulavam queda nas 24 horas anteriores.

Esse tipo de moeda valorizou-se tanto que tem casos de pessoas hipotecando suas residências para conseguir fazer esse tipo de investimento.

De acordo com Ronnie Moas da StandponitResearch, em 2017, o Bitcoin duplicou de valor e chegou a US$ 3.000 diante da maior aceitação da moeda e da tecnologia Blockchain. Em relatório para seus clientes, o especialista projeta que o Bitcoin irá duplicar de valor na próxima década.

Se você se interessou pelo negócio o momento é esse!

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